Rússia pode ser alvo de mais sanções

O encontro do G7 terminou esta segunda-feira na Alemanha e contou com a presença dos líderes dos sete países mais industrializados do mundo. Entre outros assuntos, no comunicado final, foi abordada a questão ucraniana, onde se pode ler que o G7 reitera a “condenação à anexação ilegal da península da Crimeia pela Federação Russa”, reafirmando “política de não-reconhecimento”.

As sanções que têm vindo a ser aplicadas à Rússia são para continuara ou até mesmo para intensificar. Desde que o
putinpaís soviético anexou a península da Crimeia ao seu território que a política de sanções tem vindo a ser aplicada e o G7 avisa mesmo que se o “respeito pela soberania da Ucrânia” for posto em causa as sanções podem vir a ser mais apertadas.

Apesar de esta conclusão apresentada pelo G7 já ser expectável, Obama veio à Europa com a missão de confirmar que a posição dos principais líderes mundiais continuava a ser a de sancionar a Rússia e de, se for necessário, aumentar as penalizações ao país liderado por Vladimir Putin.

No comunicado está ainda presente uma referência ao facto de a Rússia não estar a cumprir com os termos acordados em Minsk em fevereiro, o que inviabiliza o levantamento de qualquer sanção. Do lado soviético, continua a ser dada a garantia de que não foram enviadas tropas para a Ucrânia.

Descomplicador:

O G7 esteve reunido durante dois dias, na Alemanha, para discutir, entre outros temas, a questão ucraniana e as sanções aplicadas à Rússia. Os líderes dos sete países mais industrializados do mundo avisaram que as sanções podem intensificar-se caso Putin não recue na sua política.

Publicado por: José Pedro Mozos

23 anos, natural de Lisboa. Aos dezasseis anos percebeu que a sua vocação era o jornalismo. Licenciado em jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social e pós graduado em Jornalismo Multiplataforma pela FCSH - Universidade Nova de Lisboa. Entre março de 2016 e junho de 2017 passou pela SIC Notícias. Faz parte da editoria de política da Revista VISÃO desde julho de 2017. Acredita no jornalismo como sendo um dos pilares de qualquer democracia. Atualmente, faz parte do Conselho Editorial do Panorama.

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