Rússia pode ser alvo de mais sanções

O encontro do G7 terminou esta segunda-feira na Alemanha e contou com a presença dos líderes dos sete países mais industrializados do mundo. Entre outros assuntos, no comunicado final, foi abordada a questão ucraniana, onde se pode ler que o G7 reitera a “condenação à anexação ilegal da península da Crimeia pela Federação Russa”, reafirmando “política de não-reconhecimento”.

As sanções que têm vindo a ser aplicadas à Rússia são para continuara ou até mesmo para intensificar. Desde que o
putinpaís soviético anexou a península da Crimeia ao seu território que a política de sanções tem vindo a ser aplicada e o G7 avisa mesmo que se o “respeito pela soberania da Ucrânia” for posto em causa as sanções podem vir a ser mais apertadas.

Apesar de esta conclusão apresentada pelo G7 já ser expectável, Obama veio à Europa com a missão de confirmar que a posição dos principais líderes mundiais continuava a ser a de sancionar a Rússia e de, se for necessário, aumentar as penalizações ao país liderado por Vladimir Putin.

No comunicado está ainda presente uma referência ao facto de a Rússia não estar a cumprir com os termos acordados em Minsk em fevereiro, o que inviabiliza o levantamento de qualquer sanção. Do lado soviético, continua a ser dada a garantia de que não foram enviadas tropas para a Ucrânia.

Descomplicador:

O G7 esteve reunido durante dois dias, na Alemanha, para discutir, entre outros temas, a questão ucraniana e as sanções aplicadas à Rússia. Os líderes dos sete países mais industrializados do mundo avisaram que as sanções podem intensificar-se caso Putin não recue na sua política.

Publicado por: José Pedro Mozos

22 anos, natural de Lisboa. Aos dezasseis anos percebeu que a sua vocação era o jornalismo. Licenciado em jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Socia e pós graduado em Jornalismo Multiplataforma pela FCSH - Universidade Nova de Lisboa. Foi comentador num programa da rádio da sua faculdade sobre actualidade política; editor de música da ESCS Magazine e escreveu para o site Bola na Rede. Acredita no jornalismo como sendo um dos pilares de qualquer democracia. Atualmente, é jornalista na SIC Notícias.

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