Troika regressa a Portugal após as presidenciais

A Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional, a tão afamada “troika” ou nas palavras de Paulo Portas, o “triunvirato”, está de regresso a Portugal no final do mês de Janeiro. As três instituições regressam a Portugal para fazer uma avaliação “pós-resgate” e que será o primeiro confronto com as medidas do governo de António Costa.

FMIA informação foi avançada pelo jornal i, que adianta que “a visita de monitorização terá lugar logo após a eleição presidencial”, podendo ser adiada para Fevereiro caso as eleições tenham que ir a uma segunda volta. Caso o novo Presidente da Republica seja eleito logo no primeiro acto eleitoral, a “troika” deve assim regressar a Portugal na última semana de Janeiro.

Esta visita de monitorização marca assim o primeiro embate entre as instituições credoras que participaram no resgate português e o governo de António Costa, após um período onde estão a ser anunciadas medidas que colidem com as indicações e desejos das instituições europeias.

A visita de Janeiro constitui a terceira visita de monitorização, depois de em Junho as três instituições terem estado em Portugal e de terem adiado a visita de Dezembro devido à instabilidade politica que se vivia no país, preferindo assim adiar a visita para Janeiro onde se espera que o panorama politico nacional esteja já mais estabilizado e onde o próximo orçamento estará já numa fase mais avançada de construção.

Descomplicador:

Ao que avança o jornal i, a “troika” estará em Portugal no final do mês de Janeiro para mais uma visita de monitorização. A Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o FMI viajarão para Portugal depois das eleições presidenciais para o primeiro confronto com as medidas do governo de António Costa.

Publicado por: Miguel Dias

Licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social. Assessor de comunicação numa federação desportiva, colabora com a imprensa regional na sua cidade, Almeirim e criou um conjunto de projectos temporários sobre politica local e nacional. Fundou ainda uma rádio regional e é comentador convidado de ténis da Eurosport.

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