Paulo Rangel: “Devíamos estar a ter uma postura mais agressiva”

Paulo Rangel, em entrevista ao jornal Público, teceu críticas à liderança de Pedro Passos Coelho. “Devíamos estar um bocadinho mais vivos”, afirmou o eurodeputado eleito pelos sociais-democratas. Rangel disse ainda que, desde a eleição do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o partido “já teve tempo de se adaptar”.

Paulo RangelPaulo Rangel continua e diz que “devíamos estar a ter uma postura mais agressiva a interventiva”. Relativamente ao papel de Marcelo Rebelo de Sousa, Rangel defende que ninguém deve esperar nada de ninguém: “O PSD não deve pedir nem esperar nada do presidente”.

Sobre o Orçamento do Estado, o eurodeputado desafia Pedro Passos Coelho a atacar mais assertivamente um documento, que, segundo o próprio, é “globalmente mau”. Critica também o primeiro-ministro, António Costa, acusando o mesmo de trabalhar “na política das meias-tintas”.

No entanto, nem tudo foram críticas. Rangel lembrou que outros líderes no passado perderam eleições e que, no caso caso de Passos Coelho, “até ganhou”. Não tem dúvidas de que o ex-primeiro ministro tem todas as condições para continuar a liderar os sociais democratas.

Paulo Rangel confirmou que vai estar presente no congresso do PSD, que irá decorrer em Espinho no próximo fim de semana, e dirá aquilo que pensa sem qualquer problema.

Descomplicador:

Paulo Rangel, que chegou a ser candidato à liderança do PSD frente a Passos Coelho, criticou a postura do presidente do PSD, pedindo mais “vivacidade” ao líder dos sociais-democratas. O eurodeputado que venceu as eleições europeias em 2014, vai marcar presença no congresso que começa hoje em Espinho.

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Publicado por: Duarte Pereira da Silva

20 anos, natural de Lisboa mas “radicado” no Algarve desde cedo. Estudante de Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social. Colabora com o site desportivo “Bola na Rede”.

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