Livre quer uma “geringonça” para a Câmara Municipal de Lisboa

O Livre quer uma coligação de esquerda, idêntica à que sustenta o Governo, para a Câmara Municipal de Lisboa. À margem do V Congresso do partido, começaram a preparar-se as eleições autárquicas de 2017. Para a capital pediu-se uma convergência entre “partidos progressistas e movimentos cívicos”, impedindo, assim, “o regresso de uma gestão da direita”.

LivreA estratégia para as próximas eleições baseia-se na “apresentação de candidaturas próprias, pelo apoio formal a candidaturas de outros partidos progressistas e de movimentos de cidadãos ou ainda pela participação em coligações”. Surgindo como novidade a abertura de um processo de primárias para a criação de uma lista candidata às eleições deste ano nos Açores.

O encontro do Livre serviu para homenagear as vítimas do atentado em Orlando, a deputada britânica assassinada no decorrer da campanha do Brexit, Jo Cox, e os refugiados “que todos os dias tentam chegar às fronteiras europeias para salvar as suas vidas”.

Descomplicador:

O LIVRE quer a concorrer à Câmara Municipal de Lisboa uma “geringonça” idêntica à que sustenta o governo, para evitar uma gestão de direita na principal autarquia do país. O congresso do partido abriu ainda eleições primárias para as regionais dos Açores.

Publicado por: Miguel Dias

Licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social. Assessor de comunicação numa federação desportiva, colabora com a imprensa regional na sua cidade, Almeirim e criou um conjunto de projectos temporários sobre politica local e nacional. Fundou ainda uma rádio regional e é comentador convidado de ténis da Eurosport.

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