Rui Vilar recusa vazio de poder na Caixa Geral Depósitos

O vice-presidente demissionário da Caixa Geral Depósitos, Rui Vilar, nega a existência de um vazio de poder no banco público. A transição entre António Domingues e Paulo Macedo será assegurada pelo próprio Rui Vilar.

 

“Não há um vazio de poder na Caixa”, diz Rui Vilar, citado pelo semanário Expresso. O vice-presidente demissionário foi presidente da CGD entre 1989 e 1995 e fez parte da equipa de António Domingues, tendo também lugar assegurado na de Paulo Macedo.

Rui Vilar é um nome consensual na Caixa Geral Depósitos, sendo visto como um dos responsáveis pela modernização do banco que pertence ao Estado. O nome de Rui Vilar é tão consensual que foi o único a assegurar a continuidade na administração da Caixa, com a mudança de liderança.

A questão do vazio poder colocou-se quando António Domingues recusou ficar à frente do banco enquanto Paulo Macedo não assumisse a liderança. Domingues disse na Assembleia da República que lhe foi pedido para ficar apenas no dia 29 e que as conversas decorreram por SMS.

Descomplicador:

Rui Vilar, vice-presidente demissionário, é o nome que assegura a transição entre António Domingues e Paulo Macedo na Caixa Geral Depósitos.

Publicado por: Miguel Dias

Licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social. Assessor de comunicação numa federação desportiva, colabora com a imprensa regional na sua cidade, Almeirim e criou um conjunto de projectos temporários sobre politica local e nacional. Fundou ainda uma rádio regional e é comentador convidado de ténis da Eurosport.

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