Depois do apelo de Marcelo, PS chega a consenso com o PSD sobre a Defesa

O Partido Socialista e o Partido Social Democrata chegaram a um acordo no que toca à adesão de Portugal à Cooperação Permanente Estruturada para o sector da Defesa, depois de Marcelo Rebelo de Sousa ter deixado alguns avisos à falta de consensos nesta matéria.

O Presidente da República apelou a que se debatesse o que há para debater, mas alertando que “qualquer que seja a fórmula, é importante para Portugal que fique clara a vontade parlamentar de que Portugal está no arranque deste mecanismo de segurança reforçada”.

Marcelo Rebelo de Sousa indicou até o seu exemplo enquanto líder do PSD, quando fez um acordo com o PS por causa da moeda única e das questões europeias, mostrando assim ao mundo um consenso parlamentar alargado, que potenciaria uma boa imagem de Portugal.

Durante a tarde de hoje, o deputado do PSD, Duarte Marques anunciou que “o PS recuou e passou a incluir na sua proposta as “linhas vermelhas” que o PSD definiu e incluiu no seu próprio projecto de Resolução”. O PSD recusava a especialização das Forças Armadas, com uma especialidade por país, bem como a criação de um exército europeu.

Descomplicador:

Marcelo Rebelo de Sousa apelou a um consenso parlamentar sobre a questão do pacto de defesa europeu e o PS e o PSD chegaram já a acordo no que toca às condições para a adesão à Cooperação Permanente Estruturada para o sector da Defesa.

Publicado por: Miguel Dias

Licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social. Assessor de comunicação numa federação desportiva, colabora com a imprensa regional na sua cidade, Almeirim e criou um conjunto de projectos temporários sobre politica local e nacional. Fundou ainda uma rádio regional e é comentador convidado de ténis da Eurosport.

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