Bagão Félix critica entrada da Santa Casa no Montepio

O ex-ministro com a tutela da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, António Bagão Félix, criticou, em conversa com o jornal i, a entrada da instituição no capital do banco Montepio, dizendo que “a história do banco social é lengalenga”.

Bagão Félix diz que a Santa Casa “estatutariamente, não pode considerar esta eventual transacção, ainda por cima com montantes bastante elevados face aos seus recursos, como adequada”, acrescentando que, uma instituição como a Santa Casa, não pode “pôr 200 milhões num banco”.

Para o ex-responsável também pela pasta das finanças, a Santa Casa “existe para proteger os mais desfavorecidos da sociedade de Lisboa. Tudo o resto são lateralidades face ao estatuto”.

Apesar de salientar o respeito que tem pelo actual provedor, Edmundo Martinho, o ex-ministro diz que “no caso da operação com um banco, ainda por cima numa posição francamente minoritária face a um outro sócio com uma posição francamente maioritária”, questionando se a instituição vai conseguir retirar dividendos.

Descomplicador:

António Bagão Félix criticou, em conversa com o jornal i, a entrada da Santa Casa da Misericórdia no capital do banco Montepio, dizendo que a Santa Casa “existe para proteger os mais desfavorecidos da sociedade de Lisboa. Tudo o resto são lateralidades face ao estatuto”.

Publicado por: Miguel Dias

Licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social. Assessor de comunicação numa federação desportiva, colabora com a imprensa regional na sua cidade, Almeirim e criou um conjunto de projectos temporários sobre politica local e nacional. Fundou ainda uma rádio regional e é comentador convidado de ténis da Eurosport.

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