Presidente do Infarmed admite instabilidade

A presidente do Infarmed, o instituto farmacêutico português, admitiu na Assembleia da República, que a mudança de localização está a provocar instabilidade no instituto, de onde 20 funcionários pediram já para sair, devido a esta mudança.

“É difícil continuarmos o trabalho normal pensando que vamos estar seis meses sem saber o que vai acontecer”, disse Maria do Céu Machado, presidente do instituto, no Parlamento, quando foi questionada sobre a mudança da sede do instituto.

Maria do Céu Machado foi ouvida na Comissão Parlamentar de Saúde, a pedido do Partido Social Democrata, para falar sobre a deslocalização do Infarmed, anunciado pelo executivo após a derrota da candidatura do Porto à Agência Europeia do Medicamento.

Para Maria do Céu Machado, o principal problema não é a localização, mas sim o facto de “mexer numa estrutura pesada, com uma rotina diária com tanta pressão externa, e tão intensa, e à qual se consegue dar resposta”, acrescentando que ainda não foram apresentadas razões para esta mudança ser positiva para a instituição.

Descomplicador:

A presidente do Infarmed admitiu instabilidade na organização devido à mudança para o Porto, salientando que o principal problema não é a localização, mas sim o facto de “mexer numa estrutura pesada, com uma rotina diária com tanta pressão externa, e tão intensa, e à qual se consegue dar resposta”

Publicado por: Miguel Dias

Licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social. Assessor de comunicação numa federação desportiva, colabora com a imprensa regional na sua cidade, Almeirim e criou um conjunto de projectos temporários sobre politica local e nacional. Fundou ainda uma rádio regional e é comentador convidado de ténis da Eurosport.

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