Ministro diz que fim da ADSE é “um disparate”

O Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, classificou o fim da ADSE como um “disparate” e diz que o impasse está a existir apenas por motivos de “táctica negocial”, que o ministro critica, mas que sabe que é uma das formas dos privados negociarem.

“Não vamos ser tremendistas, nem comentar táctica negocial”, disse o Ministro da Saúde à margem das XXI Jornadas de Infecciologia, ao falar sobre a nova tabela de preços dos privados para a ADSE que consideram “incomportáveis”.

À Agência Lusa, Óscar Gaspar, presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada, diz que “estamos a procurar soluções que permitem que os beneficiários da ADSE continuem a poder ter acesso, nas mesmas condições, aos nossos hospitais”, uma iniciativa que o ministro diz ser “táctica negocial”.

Adalberto Campos Fernandes diz ainda que “alguns agentes, incompreensivelmente, procuram fazer a negociação pelos jornais. Não é correto, não faz sentido, mas é um direito que lhes assiste”, mostrando-se empenhado em resolver a situação.

Descomplicador:

Adalberto Campos Fernandes, Ministro da Saúde, considera que o fim da ADSE é um “disparate” e que o impasse se deve apenas a “tácticas negociais” dos operadores privados.

Publicado por: Miguel Dias

Licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social. Assessor de comunicação numa federação desportiva, colabora com a imprensa regional na sua cidade, Almeirim e criou um conjunto de projectos temporários sobre politica local e nacional. Fundou ainda uma rádio regional e é comentador convidado de ténis da Eurosport.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *