Basílio Horta tem que explicar origem de 6,5 milhões de euros

O presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Horta, vai ter que explicar a origem te de 6,5 milhões de euros, declarados ao Tribunal Constitucional, depois de uma correcção à declaração de rendimentos por se ter esquecido de uns zeros.

Basílio Horta foi notificado para aperfeiçoar algumas das declarações de rendimentos, depois de uma correcção, onde tinha declarado 5600 euros que são na verdade 5 milhões e 600 mil euros. O autarca corrigiu “uma declaração entregue no TC que apresentava um evidente lapso” e o Ministério Público pediu uma clarificação da declaração.

O ex-candidato presidencial apoiado pelo CDS e agora autarca pelo PS explicou que a “fortuna” é resultado de uma acumulação de depósitos a prazo que, “teve início em 3 de Outubro de 2006 com o valor de 5.000.000 euros e resultou da evolução de depósitos há muito existentes, desde o Banco Pinto e Sotto Mayor”.

A par deste grande depósito a prazo, Basílio Horta acumula ainda outros dois em conjunto com a mulher e que segundo explicou ao Correio da Manhã “têm origem no trabalho, investimentos, juros de capital, rendimentos prediais rústicos e urbanos, heranças e venda de património urbano”.

Descomplicador:

Basílio Horta, presidente da Câmara Municipal de Sintra, foi chamado a clarificar a sua declaração de rendimentos que foi alvo de uma correcção por sua iniciativa, depois de ter declarado 5600 euros que na verdade são 5 milhões e 600 mil euros.

Publicado por: Miguel Dias

Licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social. Assessor de comunicação numa federação desportiva, colabora com a imprensa regional na sua cidade, Almeirim e criou um conjunto de projectos temporários sobre politica local e nacional. Fundou ainda uma rádio regional e é comentador convidado de ténis da Eurosport.

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