Eduardo Cabrita engana-se nas datas em crítica aos parceiros europeus

O Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, enganou-se nalgumas datas numa alocução sobre o papel dos parceiros europeus durante os incêndios em Portugal e enganou-se nos apoios recebido pelo país durante os períodos mais graves.

Eduardo Cabrita considerou “uma vergonha” a resposta dos países europeus ao pedido de auxilio de Portugal durante os incêndios de Pedrógão Grande, onde elogiou o papel de Marrocos que disse ter sido os “primeiros” a prestar auxilio, quando existiam já meios aéreos espanhóis e franceses no terreno.

O enganou ocorreu numa conferência com agentes da protecção civil da União Europeia, onde estava também presente o Comissário Europeu para a Ajuda Humanitária e Gestão de Crises, Christos Stylianides. Ao Diário de Noticias, o gabinete do ministro clarificou que Eduardo Cabrita referia-se à ausência de um mecanismo europeu de protecção civil, que foi criado depois da crise de Pedrógão.

Eduardo Cabrita acrescentou depois que, “foi o exemplo português que motivou a Comissão Europeia a adoptar, num tempo recorde, a proposta de um novo mecanismo europeu de protecção civil”. Para Eduardo Cabrita a prioridade portuguesa agora “já não é o défice, já não é a dívida publica. Se perguntarem, dirão que é a protecção civil [e] evitar que volte a acontecer algo como no ano passado”.

Descomplicador:

Eduardo Cabrita criticou a ajuda dos parceiros europeus durante o incêndio de Pedrógão Grande, ao dizer que Marrocos foi o primeiro país a ajudar, quando existiam já meios espanhóis e franceses no terreno.

Publicado por: Miguel Dias

Licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social. Assessor de comunicação numa federação desportiva, colabora com a imprensa regional na sua cidade, Almeirim e criou um conjunto de projectos temporários sobre politica local e nacional. Fundou ainda uma rádio regional e é comentador convidado de ténis da Eurosport.

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