Corrigido: Juventude Popular quer deixar de usar plástico nas suas atividades

A Juventude Popular decidiu na última reunião do Conselho Nacional cortar na utilização de plásticos durante as suas atividades, pretendendo começar já no ano de 2019, em que se disputam vários atos eleitorais e que promete ser assim um ano de maior atividade.

À Agência Lusa, o presidente da estrutura, Francisco Rodrigues dos Santos, diz que a agenda verde “não é um exclusivo da esquerda”, pretendendo dar o tiro de partida para a redução de plástico já durante o ano de 2019, que se prevê de intensa atividade, visto que se disputam três atos eleitorais, levando assim à realização de um conjunto alargado de atividades.

Segundo a nota divulgada à imprensa, a proposta prevê “a abolição da utilização de plásticos nas actividades, sejam elas de cariz concelhio, distrital ou nacional”, com o intuito de minimizar o seu impacto ambiental, estabelecendo um período de erradicação do plástico de seis meses.

O objectivo da jota do CDS é reduzir a pegada ecológica durante as suas atividades. A medida foi aprovada na reunião do Conselho Nacional, o mais importante órgão entre congressos, de 5 de novembro, mas apenas hoje foi comunicada publicamente. A proposta surgiu da estrutura da JP de Cascais.

Descomplicador:

A Juventude Popular decidiu em Conselho Nacional deixar de utilizar plástico nas suas atividades, começando já em 2019. Francisco Rodrigues dos Santos diz que o objetivo é reduzir a pegada ecológica mas reforça também que “a agenda verde não é um exclusivo da esquerda”.

Publicado por: Miguel Dias

Licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social. Assessor de comunicação numa federação desportiva, colabora com a imprensa regional na sua cidade, Almeirim e criou um conjunto de projectos temporários sobre politica local e nacional. Fundou ainda uma rádio regional e é comentador convidado de ténis da Eurosport.

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